análise · 12 de março de 2026 · 11:36
A Arquitetura Que Uso Para Agentes no Claude Code
O autor mostra a arquitetura do agente pessoal que montou no Claude Code: roteamento de modelos por complexidade, skills em Python, deploy pelo Telegram com testes e rollback, e autonomia medida de 0 a 100. Tudo é controlado pelo Telegram, do status dos bugs à organização das tarefas do Todoist. O autor lembra que essa estrutura exige o plano 5x e não funciona no Claude Pro.

O que muda na prática
01Roteamento de modelos em três níveis por complexidade
O autor implementou roteamento que escolhe o modelo da Anthropic conforme a tarefa: o mais simples para tarefas fáceis, outro para médias e o Opus 4.6 para as mais completas.
02Hooks definem autonomia com aprovação para ações sensíveis
Os hooks definem que o agente nunca apaga e-mail sem aprovação, mas move tarefas no Todoist e agenda no Google Calendar de forma automática.
03Skills, memória e logger implementados em Python
As skills, a memória e o logger foram implementados em Python com a SDK da Anthropic, e cada skill nova já vem com padrão de teste pronto.
04Deploy pelo Telegram com testes obrigatórios e rollback
O comando /deploy no Telegram roda pytest e só finaliza se os testes passarem 100%; em caso de falha, executa rollback automático.
05Skills prontas para e-mail, calendário, viagens e mais
As skills já implementadas incluem e-mail, calendário, base de conhecimento, Google Drive, geração de thumbnail e organização de viagens com hotéis e passagens.
06Proatividade restrita ao horário de Dublin
O modo proativo fica ligado apenas de 9 às 17 horas no horário de Dublin, para evitar notificações fora do expediente.
07Plano 5x obrigatório; Claude Pro não serve
O autor afirma que o Claude Pro não serve para essa estrutura e que é preciso o plano 5x da Anthropic.
Nas palavras dele
“Eu pretendo fazer uma série de vídeos com erros e acertos.”
ouvir em 0:05
“eu não dei autorização para apagar e-mail em nenhuma hipótese, tá?”
ouvir em 1:10
“Tem que passar 100%, senão o deploy não é feito”
ouvir em 3:10
“não dá para trabalhar com Claude Pro essa estrutura. Tem que ser um maximo 5x.”
ouvir em 11:10
Perguntas
Como funciona o roteamento de modelos no agente?
O autor divide em três níveis: tarefas simples usam um modelo mais simples da Anthropic, tarefas médias usam outro modelo, e as mais completas usam o Opus 4.6.
O que acontece se os testes falharem no deploy?
O deploy não é finalizado. O sistema executa rollback automático e o autor recebe um aviso sobre a falha.
Qual plano é preciso para rodar essa arquitetura?
Segundo o autor, é preciso o plano 5x da Anthropic; o Claude Pro não serve para essa estrutura.
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Este resumo foi escrito a partir da transcrição do vídeo. As citações são literais. Para o conteúdo completo, assista no YouTube.